Artigos científicos:

https://unicamp.academia.edu/mfall

Doutorado | Palavras sem Discurso: Estratégias Criativas na Livre Improvisação (2012)

Mestrado | Anatomia de um improvisador: o estilo de Nailor Azevedo “Proveta” (2006)



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Matéria Revista Fapesp: Som de um quase caos

“Essa forma de produção de música experimental continua em construção, a começar por sua própria definição. Em um congresso de música realizado em 2013 em Natal, Rio Grande do Norte, Falleiros, da Unicamp, propôs o uso do termo hiperimprovisação. “Se chamar apenas de improvisação livre, os alunos associam com a música de protesto da década de 1970 e tentam reproduzi-la”, argumenta. “Mas essa atitude é o oposto da improvisação livre, que se propõe a fugir das regras, dos modismos e da estagnação dos estilos.” Segundo ele, quem faz improvisação livre tem de ter coragem para se arriscar em novas estruturas criativas, sem medo de se perder.