Compositor, improvisador, saxofonista. Doutor em Música pra USP. Mestre em Música pela Unicamp. Coordena o Laboratório Multidisciplinar de Improvisação, Criatividade e Cognição Musical.

Pesquisador carreira PQ do Centro de Integração Documentação e Difusão Cultural da Unicamp e supervisor da Escola Livre de Música da Unicamp. ORCID – Pesquisador

Participou de concertos com improvisadores da Tailândia, Espanha e Reino Unido, e em festivais como Festival ?Música?-USP, Conexões Sonoras 2 -MIS (BRA), Ibrasotop 33 (BRA), Net Concerto (BRA-UK). Prêmio de Composição Clássica da Funarte, com sua obra “O Uiraçu”.

Matéria Revista Fapesp: Som de um quase caos

“Essa forma de produção de música experimental continua em construção, a começar por sua própria definição. Em um congresso de música realizado em 2013 em Natal, Rio Grande do Norte, Falleiros, da Unicamp, propôs o uso do termo hiperimprovisação. “Se chamar apenas de improvisação livre, os alunos associam com a música de protesto da década de 1970 e tentam reproduzi-la”, argumenta. “Mas essa atitude é o oposto da improvisação livre, que se propõe a fugir das regras, dos modismos e da estagnação dos estilos.” Segundo ele, quem faz improvisação livre tem de ter coragem para se arriscar em novas estruturas criativas, sem medo de se perder.


Curto-circuito Brasil-Canadá 2014-2015

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